Como acontece com a maior parte das coisas da vida, apreciamos ficar assustados – mas não demais...

Agatha Christie em sua Autobiografia

Curiosidades

- Em O caso dos dez negrinhos, a autora pensou, a princípio, em contar com oito personagens, depois doze e finalmente os dez da história original.

- Agatha Christie viajava muito. No início dos anos 1920, deu a volta ao mundo com o marido e chegou a surfar na África e em Honolulu, como descreve em sua Autobiografia.

- Em meados da década de 1920, após a compra de uma casa no campo, Agatha e o marido, Archie (Archibald Christie), começaram a se distanciar. A crise entre ambos aumentou quando a escritora precisou assumir a organização da propriedade da família em Torquay, após a morte de sua mãe. Enquanto Agatha foi para a propriedade Ashfield com a filha Rosalind, Achie ficou trabalhando em Londres. Quando se encontraram novamente, três meses depois, o marido confessou que havia se apaixonado por outra mulher e queria o divórcio. Isso, somado à morte recente da mãe, levou Agatha Christie a um colapso nervoso. Em dezembro de 1926, seu carro foi encontrado abandonado, com as portas abertas, à beira de um lago, sem nenhum bilhete. Falou-se em sequestro, suicídio e até assassinato, sendo o marido infiel o maior suspeito. 12 dias depois, o empregado de um hotel na cidade de Harrogate contatou a polícia informando que uma das hóspedes era muito parecida com as fotos divulgadas da desaparecida. Chegando ao local, os investigadores descobriram tratar-se realmente de Agatha Christie que estava registrada no hotel como nome de Theressa Neele, o mesmo sobrenome da amante de seu marido, Nancy Neele. Agatha jamais entrou em detalhes sobre o que aconteceu e a declaração oficial foi a de que ela havia sofrido amnésia temporária devido ao colapso nervoso.

- Além dos romances de mistério, Agatha escreveu histórias sob o pseudônimo de Mary Westmacott. Acredita-se que no livro O retrato ela conte um pouco de sua história através da personagem Celia, que pensa em suicídio após ser abandonada pelo marido.  

- Durante a Segunda Guerra Mundial, Agatha ficou com medo de morrer. Por isso, escreveu os livros Cai o pano e Um crime adormecido onde, respectivamente, “mata” os personagens Hercule Poirot e Miss Marple (ela temia que após sua morte eles pudessem ser usados). Os livros ficaram guardados no cofre de um banco durante muitos anos.

- Em 3 de agosto de 1975, o jornal The New York Times, publicou o obituário de Hercule Poirot na primeira página, com sua fotografia.

- Entre seus próprios livros, os preferidos de Agatha eram A casa torta, de 1949, e Punição para a inocência, de 1957 (publicado pela Coleção L&PM POCKET).

- Agatha Christie afirmou que as duas coisas que mais a empolgaram na vida foram: ter seu próprio carro e jantar com a Rainha da Inglaterra no Buckingham Palace.

Agatha no Cinema

Desde 1928, a obra de Agatha Christie vem ganhando ainda mais vida graças à sétima arte. O detetive Hercule Poirot, Miss Marple, Tommy e Tuppence, além de outros personagens como Mr. Quin e Parker Pyne, foram parar no cinema. De todos os livros, O caso dos dez negrinhos foi o mais adaptado, a primeira vez em 1945 como “And then there were none” (Então Não Sobrou Ninguém) e, nos anos 60, com uma nova versão que ganhou o nome de “Ten little Indians” (Os dez indiozinhos).

Sobre o Autor

Agatha Christie é conhecida pelo mundo como a Rainha do Crime. Seus livros venderam mais de um bilhão de cópias em inglês com outro bilhão em línguas estrangeiras. Ela é autora mais publicada de todos os tempos em qualquer idioma, somente ultrapassada pela Bíblia e por Shakespeare.

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